domingo, 19 de abril de 2009

Escola Secundária Rainha D. Leonor
Português  12º Ano
Professor: Manuel Euclides Rosa
Ano Lectivo 2008/2009

Teste de verificação de leitura de Felizmente há luar Luís Sttau Monteiro

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1. Selecciona a opção mais adequada ao completamento das afirmações:

1. O texto dramático Felizmente há Luar! tem como fontes:
a) Gomes Freire de Teófilo de Braga e Conspiração de 1817 de Raul Brandão.
b) Frei Luís de Sousa de Almeida Garrett.
c) À espera de Godot de Samuel Beckett

2. Felizmente há Luar! inspira-se na estrutura e nos objectivos:
a) da epopeia clássica greco-latina.
b) do teatro experimental.
c) do teatro épico de Bertold Brecht.

3. Felizmente há Luar! divide-se em:
a) dois actos, com três cenas cada.
b) dois actos, sem indicação de cenas.
c) três actos com número variável de cenas.

4. O acto mais emotivo, com a apoteose trágica, o climax, é:
a) o primeiro.
b) o segundo.
c) o terceiro.

5. O texto inicia-se, tendo como pano de fundo:
a) A rua como espaço social.
b) O gabinete dos governadores do reino.
c) O forte de S. Julião da Barra.

6. As personagens seleccionadas pelo dramaturgo são:
a) representativas de vários grupos sociais.
b) todas aquelas que representam o poder.
c) em grande número por representarem todas as classes sociais.

7. As personagens pertencentes ao povo assumem:
a) atitudes de revolta contra a situação em que a classe vive.
b) comportamentos próximos aos de seres amestrados e amedrontados.
c) a coragem e a determinação como valores a preservar e a defender.

8. Segundo as indicações do dramaturgo, Manuel é:
a) um revoltado que grita contra qualquer forma de opressão.
b) um homem capaz de se juntar a Gomes Freire.
c) o popular mais consciente de todos.

9. Vicente, outra das personagens em destaque, revela:
a) ser um oportunista provoador que faz jogo duplo.
b) aos governadores o nome dos populares envolvidos na conjura.
c) o seu conformismo face à sua condição social.

10. A personagem Matilde de Melo demonstra:
a) as mesmas atitudes ao longo da sua intervenção.
b) a gradativa tomada de consciência da gravidade da situação.
c) acreditar, até ao fim, na salvação de Gomes Freire.

11. A primeira intervenção de Manuel aponta para:
a) a situação política que se vivia em Portugal.
b) a inconsciência da personagem face ao ambiente político.
c) a preocupação por Rita ainda estar a dormir.

12. O s om dos tambores que se faz ouvir desperta:
a) no antigo soldado aânsia de voltar à guerra.
b) em todos os populares a vontade de dançar ao seu ritmo.
c) em todos os presentes o desejo de fugir.

13. A primeira referência a Gomes Freire surge:
a) pela boca do Antigo Soldadoe sob a forma de elogio.
b) na voz de Manuel, que o exalta com entusiasmo.
c) na primeira réplica de Vicente, que denigre a imagem do General. 14. A longa intervenção de Vicente traduz:
a) o seu conformismo com a situação de miséria em que vive.
b) um perfeito conhecimento da realidade socio-política reinante.
c) o ódio que sente pelo general Gomes Freire.

2. Assinala verdadeiro V ou Falso F as afirmações que se seguem:

1. Felizmente há Luar! (1961), peça de esteia de Sttau Monteiro, tem como cenário o ambiente literário do século XIX.

2. A peça tem como ponto de partida a conspiração de 1817, encabeçada por gomes Freire De Andrade, que pretendia afastar o rei D. João VI e que se assume favorável à presença inglesa.

3. O crescendo trágico, representado pelas diversas tentativas de obter o perdão, acabará em climax com a execução de Gomes Freire e dos restantes presos.

4. O principal Sousa caracteriza-se como poderoso, mercenário, interesseiro, calculista, sarcástico.

5. A afirmação de Vicente não se coaduna com o comportamento que assume ao longo da peça: «- Só acredito em duas coisas: no dinheiro e na força. O general não tem uma nem outra».

6. O marechal Beresford teme essencialmente perder os privilégios de que gozava e, realçando a gravidade do momento, procura impelir os outros à acção.

7. Na altura da execução, as últimas palavras de Matilde são de coragem e de estímulo para que o povo se revolte contra a tirania dos governantes.

8. São elementos simbólicos a fogueira, o luar e a saia verde que Matilde veste para o último adeus ao marido.

9. Manuel assiste à execução do General e diz estar de luto por ele próprio.
10. António de Sousa Falcão é um dos governadores que representa o poder eclesiástico.
11. A peça tem indicações para representação, didascálias, e notas à margem fundamentais para um teatro de escassos recursos cénicos.

12. A sonoplastia e a luminotécnica não têm qualquer intencionalidade simbólica.

13. A execução do General e de outros conjurados intensifica a luta contra a opressão do regime absolutista e a vitória da revolução liberal.

14. A peça não tem quaisquer ingrediente da tragédia clássica.

15. Apesar da pathos, da hybris, da anagnóris, do climax, a obra não visa depertar a piedade e o herói é-o pela dimensão de mártir.

1 comentário:

José disse...

Boa Tarde Sr. Prof. Euclides.

Não o conheço, nem o senhor a mim.
(Obti conhecimento do blog através de pesquisas efectuadas)
Encontro-me a estudar para o exame nacional de Português (639) e gostaria se possível, que me indicasse o que estudar para este exame, pois pretendo candidatar-me à universidade.
(Já não sou estudante do secundário há alguns anos)

Aguardo a sua resposta,

Cumprimentos,
José Silva
(joseaasilva@hotmail.com)