TERCEIRO
O CONDE D. HENRIQUE
Todo começo é involuntario.
Deus é o agente.
O herói a si assiste, vário
E inconsciente.
À espada em tuas mãos achada
Teu olhar desce.
«Que farei eu com esta espada?»
Ergueste-a, e fez-se.
Para uma análise completa, convém localizar o poema que me proponho a tratar: O Conde D. Henrique é o 3º texto do conjunto II Os Castellos, da 1ª parte da Mensagem denominada Brasão.
Convém também lembrar as diversas simbologias associadas ao nº 3:
• Representação da totalidade através da união DEUS/UNIVERSO/HOMEM;
• Ligação à figura de Cristo e à espiritualidade (PAI/FILHO/ESPÍRITO SANTO);
• Fases da existência NASCIMENTO/CRESCIMENTO/MORTE, que aliás estão cada uma respectivamente associada à simbologia das três partes da “Mensagem” BRASÃO/MAR PORTUGUÊS/ENCOBERTO (estrutura tripartida).
Passo então à análise concreta do poema. Conde D. Henrique, contribuiu para a fundação de Portugal, para a criação da nossa nacionalidade, foi o fundador do Condado Portucalense.
Apesar de o poema possuir este título, pouco está ele relacionado directamente com a personagem. O texto ultrapassa mesmo a figura de Conde D. Henrique através de afirmações altamente simbólicas.
Na 1ª estrofe, o herói (Conde D. Henrique) actua como agente de Deus, comandado por uma força que o transcende, uma força que o faz agir inconscientemente.
Dá-se portanto início a um percurso espiritual. O que este percurso pretende atingir, é a ideia de que mais importante do que a terra (matéria), é o espírito, os valores sobre os quais ele (herói) vai criar as suas raízes.
Podemos de certa forma, através deste conceito de herói inconsciente, fazer a seguinte questão de teor filosófico: até que ponto é que o Homem é autónomo?
Resumidamente, nesta 1ª estrofe o herói imóvel assiste ao desenrolar involuntário de alguma acção.
A espada, símbolo de guerra, de morte. Será esta a mensagem que Pessoa quererá fazer passar? Não, aqui a espada funciona paradoxalmente. Não é de guerra verdadeira que fala o poeta, é de guerra à ignorância. Poderá ainda ser interpretada como símbolo fálico, pela sua forma longa e comprida, simbolizando a fecundação dos campos, a criação de vida.
Ora, nesta 2ª estrofe o herói desce o olhar na espada e faz aquela interrogação retórica «Que farei eu com esta espada?»:
Pessoa conclui então o poema com a finalização do acto, a concretização de algo por parte do herói, o nascimento de Portugal.
João Lamarão 12º2 (2007/08)
domingo, 27 de janeiro de 2008
Os Castelos Viriato»
VIRIATO
Se a alma que sente e faz conhece
Só porque lembra o que esqueceu,
Vivemos, raça, porque houvesse
Memoria em nós do instincto teu.
Nação porque reincarnaste,
Povo porque resuscitou
Ou tu, ou o de que eras a haste –
Assim se Portugal formou.
Teu ser é como aquella fria
Luz que precede a madrugada,
E é já o ir a haver o dia
Na antemanhã, confuso nada.
“Viriato” é o primeiro símbolo histórico do nosso “Brasão”, um dos sete castelos, isto é, uma das sete fortalezas que grantiram a nossa independência.
Há uma progressão na apresentação do herói mítico como símbolo da alma lusitana: “raça, memória, nação, povo, Portugal.” O ressurgimento de Portugal no presente da sua formação depende da lembrança do “instincto teu”, de Viriato, que faz a alma, o sentimento e a obra nacionais: “Se a alma que sente e faz conhece “.
Nesse passado/presente Viriato é metaforicamente a haste de uma árvore genealógica nacional.
À semelhança dos Tempos vindouros em “O Encoberto”, este herói é um “confuso nada”, por isso também um mito; uma luz, tal como o sol em “ Ulisses”, na “antemanhã da nossa madrugada”, no adro da nossa existência enquanto nação. Confirma-se assim uma perspectiva cíclica do tempo, pois são os simbolos que se reptem, contrariamente aos factos.
Quanto à sua estrutura, pode dizer-se que o poema é composto por três quadras, de versos octassilábicos. A rima é cruzada, alternativamente grave e aguda nas duas primeiras quadras e só grave na terceira.
O discurso apresenta-se na primeira pessoa do plural e o interlocutor na segunda do singular, denotando uma familiariade, proximidade com o mesmo.
David Chambino nº3 12º2 (2007/08)
Se a alma que sente e faz conhece
Só porque lembra o que esqueceu,
Vivemos, raça, porque houvesse
Memoria em nós do instincto teu.
Nação porque reincarnaste,
Povo porque resuscitou
Ou tu, ou o de que eras a haste –
Assim se Portugal formou.
Teu ser é como aquella fria
Luz que precede a madrugada,
E é já o ir a haver o dia
Na antemanhã, confuso nada.
“Viriato” é o primeiro símbolo histórico do nosso “Brasão”, um dos sete castelos, isto é, uma das sete fortalezas que grantiram a nossa independência.
Há uma progressão na apresentação do herói mítico como símbolo da alma lusitana: “raça, memória, nação, povo, Portugal.” O ressurgimento de Portugal no presente da sua formação depende da lembrança do “instincto teu”, de Viriato, que faz a alma, o sentimento e a obra nacionais: “Se a alma que sente e faz conhece “.
Nesse passado/presente Viriato é metaforicamente a haste de uma árvore genealógica nacional.
À semelhança dos Tempos vindouros em “O Encoberto”, este herói é um “confuso nada”, por isso também um mito; uma luz, tal como o sol em “ Ulisses”, na “antemanhã da nossa madrugada”, no adro da nossa existência enquanto nação. Confirma-se assim uma perspectiva cíclica do tempo, pois são os simbolos que se reptem, contrariamente aos factos.
Quanto à sua estrutura, pode dizer-se que o poema é composto por três quadras, de versos octassilábicos. A rima é cruzada, alternativamente grave e aguda nas duas primeiras quadras e só grave na terceira.
O discurso apresenta-se na primeira pessoa do plural e o interlocutor na segunda do singular, denotando uma familiariade, proximidade com o mesmo.
David Chambino nº3 12º2 (2007/08)
Os Castelos- «Ulisses»
Os Castelos
Primeiro
Ulisses
O mito é o nada que é tudo.
O mesmo sol que abre os céus
É um mito brilhante e mudo -
O corpo morto de Deus,
Vivo e desnudo.
Este, que aqui aportou,
Foi por não ser existindo.
Sem existir nos bastou.
Por não ter vindo foi vindo
E nos criou.
Assim a lenda se escorre
A entrar na realidade,
E a fecundá-la decorre.
Em baixo, a vida, metade
De nada, morre.
A tese inicial assenta numa antitese que é, aliás, o único caminho para o entendimento do conceito de mito: “O mito é o nada que é tudo”.
O sol, sinédoque da vida, é o instrumento misterioso da manifestação da força criadora divina por isso “brilhante e mudo” e também antitético, pois é corpo simultaneamente “morto” e “vivo”.
Delimitados dois momentos do poema, a tese, primeiro verso, e sua exemplificação com o mito divino, quatro versos seguintes da mesma, passemos ao terceiro momento, segunda quintilha, em que se apresenta Ulisses como mito fundador da cidade de Lisboa, metonímia de Portugal, cuja força lendária se revela fecundadora da própria vida, à semelhança de Deus.
Os deícticos pessoais “ Este” , “ nos” e espacial “ aqui” denotam um sujeito majestático plural que partilha o mesmo espaço de gestação que “ sem existir” e “ por não ter vindo”, é a lenda necessária ao nascimento da realidade.
Os dois últimos versos são a conclusão da tese inicial; a vida, sendo “ metade de nada, morre”, sem a lenda a “fecundá-la”.
Prof. Euclides
Primeiro
Ulisses
O mito é o nada que é tudo.
O mesmo sol que abre os céus
É um mito brilhante e mudo -
O corpo morto de Deus,
Vivo e desnudo.
Este, que aqui aportou,
Foi por não ser existindo.
Sem existir nos bastou.
Por não ter vindo foi vindo
E nos criou.
Assim a lenda se escorre
A entrar na realidade,
E a fecundá-la decorre.
Em baixo, a vida, metade
De nada, morre.
A tese inicial assenta numa antitese que é, aliás, o único caminho para o entendimento do conceito de mito: “O mito é o nada que é tudo”.
O sol, sinédoque da vida, é o instrumento misterioso da manifestação da força criadora divina por isso “brilhante e mudo” e também antitético, pois é corpo simultaneamente “morto” e “vivo”.
Delimitados dois momentos do poema, a tese, primeiro verso, e sua exemplificação com o mito divino, quatro versos seguintes da mesma, passemos ao terceiro momento, segunda quintilha, em que se apresenta Ulisses como mito fundador da cidade de Lisboa, metonímia de Portugal, cuja força lendária se revela fecundadora da própria vida, à semelhança de Deus.
Os deícticos pessoais “ Este” , “ nos” e espacial “ aqui” denotam um sujeito majestático plural que partilha o mesmo espaço de gestação que “ sem existir” e “ por não ter vindo”, é a lenda necessária ao nascimento da realidade.
Os dois últimos versos são a conclusão da tese inicial; a vida, sendo “ metade de nada, morre”, sem a lenda a “fecundá-la”.
Prof. Euclides
O das Quinas
Os Campos
Primeiro
O dos Castelos
A Europa jaz, posta nos cotovelos:
De Oriente a Ocidente jaz, fitando,
E toldam-lhe românticos cabelos
Olhos gregos, lembrando.
O cotovelo esquerdo é recuado;
O direito é em ângulo disposto.
Aquele diz Itália onde é pousado;
Este diz Inglaterra onde, afastado,
A mão sustenta, em que se apoia o rosto.
Fita, com olhar 'sfíngico e fatal,
O Ocidente, futuro do passado.
O rosto com que fita é Portugal.
Este primeiro poema da Mensagem prepara-nos para o esoterismo de toda a obra. O continente europeu assume contornos antropomórficos pelas sucessivas metáforas com uma esfinge feminina:” A Europa jaz, posta nos cotovelos/ toldam-lhe românticos cabelos/ olhar 'sfíngico e fatal.”
É, contudo, uma Europa do presente ( vejam-se tempos verbais) que,moribunda,” jaz/De Oriente a Ocidente jaz, fitando” só poderá reanimar-se, fixando-se no exemplo do Ocidente, Portugal, pois foi ele o “futuro do passado”. Daí ,simbolicamente Portugal ser o rosto da Europa e o único no espaço europeu que se mantém símbolo da civilização ocidental e da humanidade, que poderá reverter o destino. Todo ele um mistério, pesando nós que está no Futuro, encontramo-lo, antiteticamente, no Passado. No entanto não basta olhá-lo, exige-se a toda a Europa fitá-lo, num acto contínuo e intemporal ( veja-se o gerúndio “ fitando” e a repetição de “ fita”).
Repare-se que a apresentação geomorfológica da Europa se limita às suas extremidades, os “românticos cabelos” que nos remetem para os fiordes escandinavos, a Grécia, a Itália, a Inglaterra, todos, tal como Portugal, com estreita ligação com o mar, que foi e talvez seja ainda a forma de aproximar o Mundo. No entanto, a imagem de contorno dada é o limite que encerra outros campos mais vastos, é o castelo simbólico europeu, entendido como uma edificação que tem uma memória e uma identidade partilhadas.
Prof. Euclides
Primeiro
O dos Castelos
A Europa jaz, posta nos cotovelos:
De Oriente a Ocidente jaz, fitando,
E toldam-lhe românticos cabelos
Olhos gregos, lembrando.
O cotovelo esquerdo é recuado;
O direito é em ângulo disposto.
Aquele diz Itália onde é pousado;
Este diz Inglaterra onde, afastado,
A mão sustenta, em que se apoia o rosto.
Fita, com olhar 'sfíngico e fatal,
O Ocidente, futuro do passado.
O rosto com que fita é Portugal.
Este primeiro poema da Mensagem prepara-nos para o esoterismo de toda a obra. O continente europeu assume contornos antropomórficos pelas sucessivas metáforas com uma esfinge feminina:” A Europa jaz, posta nos cotovelos/ toldam-lhe românticos cabelos/ olhar 'sfíngico e fatal.”
É, contudo, uma Europa do presente ( vejam-se tempos verbais) que,moribunda,” jaz/De Oriente a Ocidente jaz, fitando” só poderá reanimar-se, fixando-se no exemplo do Ocidente, Portugal, pois foi ele o “futuro do passado”. Daí ,simbolicamente Portugal ser o rosto da Europa e o único no espaço europeu que se mantém símbolo da civilização ocidental e da humanidade, que poderá reverter o destino. Todo ele um mistério, pesando nós que está no Futuro, encontramo-lo, antiteticamente, no Passado. No entanto não basta olhá-lo, exige-se a toda a Europa fitá-lo, num acto contínuo e intemporal ( veja-se o gerúndio “ fitando” e a repetição de “ fita”).
Repare-se que a apresentação geomorfológica da Europa se limita às suas extremidades, os “românticos cabelos” que nos remetem para os fiordes escandinavos, a Grécia, a Itália, a Inglaterra, todos, tal como Portugal, com estreita ligação com o mar, que foi e talvez seja ainda a forma de aproximar o Mundo. No entanto, a imagem de contorno dada é o limite que encerra outros campos mais vastos, é o castelo simbólico europeu, entendido como uma edificação que tem uma memória e uma identidade partilhadas.
Prof. Euclides
Brasão. Bellum sine bello
Os Campos
Primeiro
O dos Castelos
A Europa jaz, posta nos cotovelos:
De Oriente a Ocidente jaz, fitando,
E toldam-lhe românticos cabelos
Olhos gregos, lembrando.
O cotovelo esquerdo é recuado;
O direito é em ângulo disposto.
Aquele diz Itália onde é pousado;
Este diz Inglaterra onde, afastado,
A mão sustenta, em que se apoia o rosto.
Fita, com olhar 'sfíngico e fatal,
O Ocidente, futuro do passado.
O rosto com que fita é Portugal.
Este primeiro poema da Mensagem prepara-nos para o esoterismo de toda a obra. O continente europeu assume contornos antropomórficos pelas sucessivas metáforas com uma esfinge feminina:” A Europa jaz, posta nos cotovelos/ toldam-lhe românticos cabelos/ olhar 'sfíngico e fatal.”
É, contudo, uma Europa do presente ( vejam-se tempos verbais) que,moribunda,” jaz/De Oriente a Ocidente jaz, fitando” só poderá reanimar-se, fixando-se no exemplo do Ocidente, Portugal, pois foi ele o “futuro do passado”. Daí ,simbolicamente Portugal ser o rosto da Europa e o único no espaço europeu que se mantém símbolo da civilização ocidental e da humanidade, que poderá reverter o destino. Todo ele um mistério, pesando nós que está no Futuro, encontramo-lo, antiteticamente, no Passado. No entanto não basta olhá-lo, exige-se a toda a Europa fitá-lo, num acto contínuo e intemporal ( veja-se o gerúndio “ fitando” e a repetição de “ fita”).
Repare-se que a apresentação geomorfológica da Europa se limita às suas extremidades, os “românticos cabelos” que nos remetem para os fiordes escandinavos, a Grécia, a Itália, a Inglaterra, todos, tal como Portugal, com estreita ligação com o mar, que foi e talvez seja ainda a forma de aproximar o Mundo. No entanto, a imagem de contorno dada é o limite que encerra outros campos mais vastos, é o castelo simbólico europeu, entendido como uma edificação que tem uma memória e uma identidade partilhadas.
Prof Euclides
Primeiro
O dos Castelos
A Europa jaz, posta nos cotovelos:
De Oriente a Ocidente jaz, fitando,
E toldam-lhe românticos cabelos
Olhos gregos, lembrando.
O cotovelo esquerdo é recuado;
O direito é em ângulo disposto.
Aquele diz Itália onde é pousado;
Este diz Inglaterra onde, afastado,
A mão sustenta, em que se apoia o rosto.
Fita, com olhar 'sfíngico e fatal,
O Ocidente, futuro do passado.
O rosto com que fita é Portugal.
Este primeiro poema da Mensagem prepara-nos para o esoterismo de toda a obra. O continente europeu assume contornos antropomórficos pelas sucessivas metáforas com uma esfinge feminina:” A Europa jaz, posta nos cotovelos/ toldam-lhe românticos cabelos/ olhar 'sfíngico e fatal.”
É, contudo, uma Europa do presente ( vejam-se tempos verbais) que,moribunda,” jaz/De Oriente a Ocidente jaz, fitando” só poderá reanimar-se, fixando-se no exemplo do Ocidente, Portugal, pois foi ele o “futuro do passado”. Daí ,simbolicamente Portugal ser o rosto da Europa e o único no espaço europeu que se mantém símbolo da civilização ocidental e da humanidade, que poderá reverter o destino. Todo ele um mistério, pesando nós que está no Futuro, encontramo-lo, antiteticamente, no Passado. No entanto não basta olhá-lo, exige-se a toda a Europa fitá-lo, num acto contínuo e intemporal ( veja-se o gerúndio “ fitando” e a repetição de “ fita”).
Repare-se que a apresentação geomorfológica da Europa se limita às suas extremidades, os “românticos cabelos” que nos remetem para os fiordes escandinavos, a Grécia, a Itália, a Inglaterra, todos, tal como Portugal, com estreita ligação com o mar, que foi e talvez seja ainda a forma de aproximar o Mundo. No entanto, a imagem de contorno dada é o limite que encerra outros campos mais vastos, é o castelo simbólico europeu, entendido como uma edificação que tem uma memória e uma identidade partilhadas.
Prof Euclides
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Matriz do 2º Teste de Avaliação
Estrutura
São três grupos:
I(Compreensão/ Interpretação)
- Cinco itens de resposta curta
II- Conhecimento Explícito da Língua
- Dois itens, um de escolha de alternativas e outro de aplicação (reescrita de frases). Este exercício insere-se no quadro da pragmática textual e tem como suporte um texto dado.
III- Produção Escrita
- Item de resposta extensa- texto de opinião sobre uma temática abordada na aula.
Conteúdos
Textos: excerto de " Os Lusíadas", poema de " Mensagem", primeira parte
Estrutura interna de ambas as obras
Conteúdo informacional dos textos
Recursos estilísticos e sua expressividade
Coesão lexical e interfrásica
Deícticos
Classes de palavras
Tipologia de texto de opinião
Cotações
I- 100 pontos
II- 40 pontos
III-60 pontos
P.S. São 90 minutos, não há tolerância nem de um único minuto para alunos que cheguem atrasados.
São três grupos:
I(Compreensão/ Interpretação)
- Cinco itens de resposta curta
II- Conhecimento Explícito da Língua
- Dois itens, um de escolha de alternativas e outro de aplicação (reescrita de frases). Este exercício insere-se no quadro da pragmática textual e tem como suporte um texto dado.
III- Produção Escrita
- Item de resposta extensa- texto de opinião sobre uma temática abordada na aula.
Conteúdos
Textos: excerto de " Os Lusíadas", poema de " Mensagem", primeira parte
Estrutura interna de ambas as obras
Conteúdo informacional dos textos
Recursos estilísticos e sua expressividade
Coesão lexical e interfrásica
Deícticos
Classes de palavras
Tipologia de texto de opinião
Cotações
I- 100 pontos
II- 40 pontos
III-60 pontos
P.S. São 90 minutos, não há tolerância nem de um único minuto para alunos que cheguem atrasados.
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